1ª Coríntios 7:14

“Porque o marido descrente é santificado pela mulher, e a mulher descrente é santificada pelo marido. Doutra sorte, os vossos filhos seriam imundos; mas, agora, são santos.”

O texto em questão reflete o conceito de que a união matrimonial e a família são sagradas mesmo em casos em que um dos cônjuges é descrente, pois o seu parceiro ou parceira, juntamente com seus filhos são santificados por meio de um dos cônjuges crente. Assim, a presença do cristão em um lar incrédulo exerce influência santa, pois além de tornar seu cônjuge santificado, torna seus “filhos santos”.

O termo “filhos santos” não indica que os filhos são em si mesmos justos, ou que vivem de modo limpo ou puro, mas que, segundo a responsabilidade final dos pais, ou de um dos pais crente, os filhos são conduzidos a uma educação cristã. Uma boa reflexão do texto mostra a ideia que “filhos santos” (filhos colocados em posição de privilégio diante do evangelho) recebem grande possibilidade de serem salvos, pois são constantemente entusiasmados a seguirem a Cristo.

Em Provérbios 22.6: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.”, vemos a incumbência dos pais ao educar seus filhos para que possam crescer sabendo em qual direção posicionar seus passos. O pai ou a mãe que anda no caminho do Senhor, mostra naturalmente aos filhos, por suas atitudes e comportamento, como eles devem também andar. Essa não é uma instrução de palavras somente, mas de bom procedimento. A melhor maneira de preparar os filhos para que escolham o caminho correto é vivenciar o caminho correto. É andar no caminho correto. É educar no caminho correto.  É formar o filho no caminho correto, para que quando vier a sua maturidade de vida ele permaneça firme sem voltar atrás. Portanto, cada pai ou mãe crente, por viver em seu correto caminho, santifica seu lar e, sobretudo, santifica seus filhos.

Pr. Gabriel Lima Figueiredo Oliveira




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